Drave, a aldeia mágica entre montanhas
Visitar Drave é mais do que uma caminhada, é uma travessia no tempo. Em agosto de 2025, fiz o percurso que parte de Regoufe, um trilho de mais de uma hora a pé por entre vales e montanhas da Serra da Arada. O caminho, embora exigente, é de uma beleza que compensa cada passo: ribeiros de água cristalina, encostas cobertas de verde e o silêncio profundo da serra, interrompido apenas pelo som das aves e do vento.
Ao chegar, a vista da aldeia de Drave impressiona. Encravada entre montes, com as suas casas de xisto e o rio que a atravessa, Drave parece suspensa entre o céu e a terra. É conhecida como a “Aldeia Mágica” e faz jus ao nome: abandonada há décadas, mas cheia de vida espiritual e simbólica, hoje é mantida viva por escuteiros e visitantes que ajudam a preservá-la.
Estar em Drave é sentir a simplicidade em estado puro. Sem eletricidade, sem rede, sem distrações, apenas a natureza e o tempo em ritmo próprio. Um lugar para quem busca silêncio, contemplação e uma sensação de regresso às origens.













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